quinta-feira, 17 de maio de 2012

Fabula Nova Crystallis - Final Fantasy XIII (parte 1)

Bom minha primeira 'resenha' não tinha que ser sobre outro jogo a não ser Final Fantasy, principalmente a nova saga a Fabula Nova Crystallis.

Tal "saga" se iniciou com Final Fantasy XIII lançado ano passado para PS3 e Xbox360. O jogo se passa em Pulse e em Cocoon, sendo que o ultimo planeta está flutuando dentro do primeiro.
Tendo continuidade com Final Fantasy XIII-2, segundo jogo de continuidade direta que a Square faz (o primeiro foi Final Fanatsy X-2). Além desses dois jogos já lançados temos ainda Final Fantasy Versus XIII que será lançado no final desse ano ou inicio do próximo e para terminar Final Fantasy Type-0 (antigamente chamado de Agito XIII).

Mitologia da Fabula Nova Crystallis (Parte 1)

Como todo Final Fantasy tem uma história por trás essa saga não seria diferente. O universo da Fabula Nova Crystallis consiste em dois mundos, o visivel e o invisivel (mundo dos vivos e mundo dos mortos respectivamente). Havia um Deus chamado Buniberzei, no qual derrotou sua mãe, a Deusa Muin. Derrotada ela desapareceu no mundo invisivel.

Buniberzei, tronou-se o unico governante do mundo, mas não satisfeito e sabendo que o mundo estava destinado a morrer, graças a uma maldição lançada por Muin, o Deus sabia que teria que destruir sua mãe, porém como ela partiu para o mundo invisivel seria dificil alcançá-la. Então para encontrar o portal que dava acesso ao mundo invisivel, Buniberzei criou os primeiros fal'Cie, o primeiro foi o de Pulse recebendo o dever de procurar a porta para Muin.

Logo em seguida Buniberzei criou a fal'Cie Etro, porém a criou à imagem de sua mãe com medo, não lhe deu um poder nem um 'focus', o terceiro e último fal'Cie criado por ele foi Lindzei, tendo o 'focus' de proteger Buniberzei de qualquer coisa que queira destruí-lo, além de acordá-lo quando chegasse a hora, assim o Deus entrou em um sono profundo transformando-se em cristal.

Pulse (o mundo 'visivel') com o desejo de expandir-se criou vários fal'Cie e l'Cie. Lindzei também queria proteger o mundo, fazendo a mesma coisa, porém Etro sozinha não conseguia criar nada, já que não foi concebida com poderes, assim rasgou seu corpo fazendo com que seu sangue fluisse pela terra e desapareceu do mundo visivel. Foi a partir do sangue de Etro que se deu origem a humanidade em Pulse.

Mitologia da Fabula Nova Crystallis (Parte 2 - Inicio de Final Fantasy XIII)

Na mitologia contida na Fabula Nova Crystallis o universo possui vários Deuses que são mencionados em FFXIII: Pulse, Lindzei e Etro.
Como dito anteriormente Pulse e Lindzei criaram os fal'Cie e l'Cie após darem a eles missões, ambos os Deuses sumiram do mundo. Por conta disso os fal'Cie de Pulse têm como objetivo encontrar seu Deus (Pulse) e os de Cocoon (o mundo que fica flutuando em Pulse) encontrar Lindzei.

Um detalhe muito importante para quem começou a jogar o XIII e não entendeu bulhufas é que os fal'Cie não possuem a capacidade de marcar ninguém como l'Cie é isso mesmo, eles apenas elegem quem merece levar a marca que será dada pelos Deuses. Os protagonistas são marcados pelo Deus Pulse e não pelo fal'Cie Anima.

Acho que essa base da mitologia sobre a Fabula Nova Crystallis é o carro chefe para não querer sair da frente do PS3 jogando por horas a fio até platinar o jogo. Porém não vou falar apenas da mitologia né.

Final Fantasy XIII:

Se muitos viram os videos disponibilizados no youtube na época do lançamento do primeiro jogo da FNC deve ter pensado "puta que pariu que jogo lindo", e realmente é. Os gráficos são perfeitos e realistas, você tem a vontade de abraçar a Lightning (protagonista principal do jogo - pois nesse todos são protagonistas) quando ela descobre que Serah se tornou um l'Cie e está presa em um cristal, vontade de partir pra cima dos Tomberry chato pra porra.

Enfm para os extremistas FFXIII deixou muito a desejar, por ser linear (como se os outros FF's não fossem), ter que ter um determinado nível do Crystalium para derrotar algum inimigo e por controlar apenas um personagem no modo de batalha (o grupo de batalha é formado por 3 personagens e cada um possui vários paradigmas - Synergist, Commando, Medic, Saboteur, Sentinel e Ravager) e também o fato de não poder chamar outros Eidolon (equivalente a Aeons no FFX) durante a batalha, apenas o do personagem que estás controlando (ao contrário do VII e X que poderia summonar os Aeons durante a batalha e de qualquer personagem, exceto o X que somente a Yuna possuia esse 'poder').

Mas em si o jogo é belo e você demora um bocado para zerá-lo, não porque ele é longo como todo RPG, mas além do caminho principal, tem missões secundárias para fazer e você pode gastar um bom tempo nelas, principalmente para ganhar CP e gastar no Crystallium (como o Sphere Grid do Final Fantasy X). E vale a pena jogar, mesmo com os contra para aqueles saudosistas.

Por enquanto essa é a primeira parte da resenha da Fabula Nova Crystallis tendo Final Fantasy XIII como ponto de partida. No próximo post será a parte 2 contendo a minha crítica e por aí vai sobre Final Fantasy XIII-2.

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